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Mulher com Chifre



Acho meio bizarro, e ao mesmo tempo curioso sobre o assunto retratado que foi espalhado pela china e agora pelo mundo todo. Uma senhora que mora na china de 101 anos com um chifre na cabeça do lado esquerdo.

Religiosos como sempre fazem teorias de demônios, e os especialistas não sabem explicar, mas supõem que pode ser por causa de muita exposição ao sol.

O chifre é feito de queratina, mesma proteína existente nas unhas e nos cabelos.

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Um poderoso Ritual Vampírico



Sobre o Conhecimento
Aleister Crowley logo reconheceu o poder subjacente ao sangue e ao arquétipo do Vampiro, tanto em sua forma evolutiva quanto antievolutiva (Black Brothers). Suas descobertas mágicas, em especial o Livro da Lei, influenciaram inúmeras ordens mágicas, em especial a O.T.O., Ordo Templi Orientis, que estuda o saber Arcano nas suas mais diversas formas, inclusive na do Vampirismo.

Iniciando o Ritual   – A Sombra do Vampiro +
O magista passará alguns dias passeando em um cemitério, preferencialmente meditando, entrando em níveis mentais mais sutis na própria necrópole. Lentamente, ele vai entrando no espírito do lugar, sentindo a morte, os corpos putrefados, os espectros dos mortos, às vezes suas dores, angústias e alegrias de quando estavam vivos. Desse fervilhar infernal ele deve se tornar um observador; nem ser um membro desse festim, nem um antagonista. Escutar a voz negra que brota de seu coração, a sombra, o seu demônio guardião — ele será o mestre desta operação. Essa comunhão infernal pode abrir as portas do limiar entre a vida e a morte. Cabe aqui uma análise, ou um conselho: este é um estágio da jornada, muitos podem querer fazer aqui sua morada, o que poderá ser um erro. Obsessão, loucura e morte podem ser advindas pelo mau uso dessas energias; a fixação demasiada nelas é nociva. O magista deve sempre testar qualquer ser que se apresentar. A forma fica ao seu bom senso, a tradição recomenda as correspondências da cabala, priorizando acima de tudo na realidade física. As experiências mágicas mais verdadeiras sempre se fizeram acompanhar de manifestações físicas, as mais variadas, a que Jung chamou de sincronicidade. Sua operação mágica deve causar mudanças sutis, mas palpáveis, sons, pessoas tendo sonhos com o que você fez, objetos ou símbolos que lhe surgem ou são destruídos, enfim, uma gama infinita. Mais uma vez o bom senso é a chave, pois chover é normal, mas dez minutos após você fazer um sigilo para chuva (em um dia de sol), é algo diferente. Isso foi feito por Austin Osman Spare, e com testemunhas. Voltando aos preparativos do ritual, este contato com a sombra pode ser mais ou menos efetivo, mas uma coisa é certa: como o Sol está nos céus, ele estará presente na sua operação. Magia é ciência e arte, e todo magista terá um resultado único.
O contato da Sombra do Vampiro ocorrendo ou não, a invocação abaixo poderá ser feita:
A Invocação
Ó ser imemorável, que habita as profundezas de meu ser, espectro negro, sombra da luz, reflexo de meu anjo.
Verso e reverso do Universo, anjo que guarda o sagrado.
Eu o invoco.
O magista sente cada palavra e o influxo de poder do chamado. Depois, o magista proferirá:
Zazaz, Zazaz, Nasatanada Zazaz.
Nesse momento, ele imagina um pórtico se abrindo. Após breves minutos, pronuncia:
C siatris insi cnila, cnila, cnila, odo cicle qaa.
Após a pronúncia, ele anda até o norte e imagina fortemente o deus Seth, respira e juntamente com a entrada do alento o deus o penetra. Ele imagina-se sendo o deus Seth. Então se volta para o sul e diz:
Invoco-te, tu que és eterna na noite, Amor e horror,
O colo aconchegante e o leito da morte.
Leite e veneno,
O fogo, a terra, o ar e a água,
O tudo e o nada.
Te invoco com o sangue que está em minhas veias,
com a vida que me deste, com a morte que me espera e a chama eterna do meu ser…
Do sul surge uma deusa, que lembra Kali, Lilith, e o nome da deusa é Babalon.
A visão é de uma mulher bela e sensual, mas de aspecto poderoso e sagrado inspirando medo e respeito.
Ela permanece imóvel no sul.
Ele anda até o centro e golpeia o ar com força dizendo:
0 moribundo está morto agora, de seu corpo um novo universo é feito.
Ele enche o peito de ar e ao soltar o deus Seth se vai, e com ele a deusa. Após isso o vazio, a sensação de vazio deve ser sentida ao máximo. Nesse vazio brotará uma nova consciência.
Atenção: Práticas como esta e a Missa da Fênix exigem que o praticante domine os rudimentos da Magia, rituais de expulsão, consagração e criação do círculo mágico, assunção das formas dos deuses e outras técnicas. Caso esse trabalho inicial não tenha sido encetado, não recomendamos o Ritual acima, o que não impede alguém de fazê-lo, mas o fará por sua conta e risco.

ATENÇÃO: NÃO FAÇA ESSE RITUAL. UMA PSICOSE PODERÁ SER DESENCADEADA.

fonte:http://osvampiros.wordpress.com/
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Imagens da darknet

 




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Rituais Satânicos

 

Como já foi referido na história e filosofia do Satanismo, os satanistas não adoram nenhum Deus ou Demónio em particular. Eles defendem a valorização do Eu e é isso que pretendem recorrendo aos rituais satânicos e à invocação dos demônios do Inferno. Existem dois tipos de rituais, os que são desempenhados noutras pessoas e os desempenhados na própria pessoa.
    Os primeiros, mais antigos, têm a ver com o sacrifício de pessoas ou animais. Estes rituais não são praticados pelos satanistas de hoje em dia, mas existem provas em como, efetivamente, em tempos passados, pessoas que se diziam seguidoras satânicas praticavam estes rituais de sacrifício. O objetivo fundamental buscado nestas manifestações era retirar o máximo de energia que era disponibilizada pelo sangue da vitima sacrificada para a atmosfera mágica, intensificando assim as hipóteses do sacerdote ser bem sucedido. Se juntarmos ao sangue (fonte primordial da vida) toda a energia libertada pela vítima aquando do seu sacrifício e morte (adrenalina e outras energias bioquímicas) temos uma fonte de poder intensa que é supostamente retirada deste ritual para quem o desempenha. No entanto, hoje em dia estes rituais tornaram-se, felizmente, obsoletos e nunca seriam praticados em crianças pequenas ou animais (tal como mandam as regras satânicas) ainda que a hipótese de utilizar pessoas para o sacrifício não esteja completamente ultrapassada.

    Os segundos, mais aproximados dos atuais rituais satânicos, não implicam necessariamente o sacrifício quer de pessoas, quer de animais. Todo o poder que se buscava outrora no derramamento do sangue foi menosprezado. A verdadeira fonte de poder psicológico para um satanista vem apenas da libertação de grandes quantidades de energia, permitindo-lhe enaltecer o Eu, de modo a atingir o Eu Supremo. Assim, cabe ao próprio sacerdote que desempenha o ritual, com recurso ao seu corpo, libertar essa força. Essa energia corresponde à mesma quantidade de descargas bioquímicas e bioeléctricas emanadas pelo nosso corpo quando este é submetido a algo que faça disparar as emoções dessa pessoa. São exemplos um prazer intenso (correspondente ao orgasmo), ira descontrolada, pânico intenso, dor violenta, etc. Por comparação, um verdadeiro satanista retira muito mais força de, por exemplo, se masturbar diante de uma imagem de Cristo, em sinal de blasfémia, do que de sacrificar até à morte uma pessoa ou animal.

    Vejam agora os passos que eram seguidos num ritual satânico mais antigo, de sacrifício. Esses passos variam conforme varia o propósito do ritual, tal como veremos abaixo. Assim, existe um tronco comum, composto por:

1) Vestir o traje para a cerimónia - normalmente, o traje do sacerdote é tipo monge, de cor negra.

2) Reunir os objectos de culto (Baphomet, Espada, etc.).

3) Acender as velas - uma branca (facultativa) simbolizando a hipocrisia do caminho de Deus, e uma ou mais pretas, simbolizando a supremacia do caminho de Satã. Deve-se ainda fechar todas as janelas e portas e decorar o altar. Se o altar for uma pessoa (normalmente uma mulher despida) esta deve colocar a sua cabeça para Sul e os seus pés para Norte.

4)  Purificar o ar.
5) O sacerdote deve recitar em voz alta os textos "Invocação a Satã" e "Os Nomes Infernais". Os restantes participantes devem repeti-los de seguida, também em voz alta.
6)  Beber o vinho do cálice.

7) Voltando-se no sentido inverso do dos ponteiros do relógio, o sacerdote assinala com a espada cada ponto cardinal invocando os respectivos príncipes do Inferno: Satã a Sul, Lucifer a Este, Beliar a Norte e Leviatã a Oeste.

8) O sacerdote faz então a invocação apropriada das suas pretensões: lascividade, compaixão ou destruição.

9) Se essa invocação for escrita, são lidas em voz alta pelo sacerdote e logo de seguida queimadas na chama de uma vela negra. As palavras "SHEMHAMFORASH" e "HEIL SATAN" devem ser ditas no fim de cada frase.

10) Se a invocação for verbal, os participantes (um de cada vez) devem dizê-las em voz alta ao sacerdote. Este deve repeti-las de imediato, também em voz alta. As palavras anteriormente referidas devem também ser ditas.

11) O sacerdote reza, demonstrando a submissão de todos os participantes do ritual ao poder das Trevas.
12) Ao terminar o ritual, o sacerdote deve pronunciar as palavras "Assim seja feito". É este o fim da cerimónia

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Necronomicon - Livro dos Nomes dos Mortos

    O Necronomicon ou o Livro dos Nomes dos Mortos, escrito em Damascus, por volta de 750 a.C., não é unicamente um livro de magias e rituais como é conhecido. Esta obra, de um árabe chamado Abdul Alzhared, tem a ver também com previsões do futuro e clarificações do passado (aliás, o livro é conhecido pelas suas previsões pré-diluvianas). Alzhared parece ter tido acesso a muitas fontes actualmente desaparecidas e a acontecimentos e situações narradas apenas no livro do Genesis. Ao que parece ele terá usado técnicas mágicas de modo a clarificar o passado aliadas a um forte pensamento critico e a uma vontade incontrolável de explorar e esclarecer o significado das histórias sagradas e mitológicas.

    As suas especulações são consideradas extremamente modernas e actuais. Por exemplo, ele acreditava que muitas espécies para além da raça humana haviam habitado a Terra e que toda essa informação tinha passado de espécie em espécie com a ajuda de entidades extraterrestres que oportunamente visitavam o nosso planeta. Alzhared acreditava ainda que as estrelas eram como o Sol e que cada uma delas tinha um conjunto de planetas e formas de vida desconhecidas - como se se tratasse de um sistema estrelar para cada estrela do universo. Essas formas de vida tinham evoluído para seres e todas as raças se organizavam por uma hierarquia de evolução espiritual e do conhecimento. Ele estava também convencido de que  tinha contactado com alguns desses seres (denominados por ele de Antigos) através de invocações mágicas e avisou a humanidade de terríveis seres poderosos que aguardavam para voltar à Terra e reclamá-la como sua - ele interpretou a sua crença à luz do Apocalipse de S. João mas inverteu o final, dando a vitória à Besta (Satã) depois de longos tempos de guerra que quase levam o planeta Terra ao seu desaparecimento. 

    O Necronomicon não está directamente relacionado com o Satanismo mas decidi falar sobre este livro nesta página pois ele contem inúmeros documentos que são considerados rituais de invocação e que contribuíram e evoluíram para alguns rituais satânicos.
  

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